“Morreu, o nosso amor morreu. Antes ele do que eu.”
É a vida tem dessas coisas veja só, nos tempos de calmaria... Nem percebemos a trama se armar para a entrada da turbulência, ficamos desatentos e até mesmo negligentes e somos pegos de calças curtas, indefesos e eis que chegam as atribulações, como não tínhamos preparação prévia, não houve treinamento, como na maioria das vivências humanas, rodamos, e vamos engolindo água, ar em demasia e sapos pelo caminho, custamos parar em pé. Eretos tentando não dobrar nem à custa da curvatura da vara, seguimos devagar, devagarinho...
Desde que o mundo é mundo, como diria Dona Orídia onde há duas pessoas reunidas uma está tentando convencer a outra de quê o que pensa é o certo, o que deve ser seguido, mas é aí que mora o perigo, o convencimento, umas fingem de convencidas, outras não se convencem jamais e algumas pensam que convenceram e as relações humanas vão seguindo séculos seclorios e não avançam. Passamos décadas, anos, meses com uma pessoa, reforçamos os laços de amizade, fazemos juras, nos comprometemos e não as conhecemos, “poucas são as escolhidas”, pouquíssimas as que confirmam as expectativas iniciais e Dona Orídia acerta mais uma vez, “Morreu, o nosso amor morreu. Antes ele do que eu.” Grande!

Dona Orídia sempre acerta. "Viver é dançar na corda oscilante do inesperado."
ResponderExcluir..."eu jogo fora mesmo, e se brincar até os meus" ... "e dos meus, falo eu"... então esse negócio de pra sempre não existe!!!pra que então ficar assim, decepcionada!!! até aquele "cumpadim" joguei! então Dinair Maria??
ResponderExcluirRealmente não avançamos nas relações humanas, até os dias de hoje ainda existem homens arrastando mulheres pelos cabelos mas algumas poucas pensam como dona Orídia: Melhor ficar viva que lutar por um amor "morto".
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