sexta-feira, 27 de maio de 2011

Meu trabalho em uma mochila!

Vou comprar uma mochila.
Meu trabalho em uma mochila!

Expert em mudança, mas mudança física. Lembro agora da dona Orídia que disse certa feita: - Não existe nenhuma mudança boa, toda mudança é sempre prá pior. Pragmática como ela só, não deixa de ter um fundo de verdade em sua fala. Na 5ª mudança desde o início do ano, estamos feito peregrino em busca da terra prometida ou terra santa, mas quando será?  Parece que chegaremos à terra do nunca e nunca a promised land.
Minha vida por uma mochila!
Tudo feito MacGyver (voltando aos anos 80), enfio tudo nela e pra onde mandarem lá estou com o pragmatismo da dona Orídia “Toda mudança é sempre prá pior.” Pelo sim pelo não, compro a mochila e espero...
   

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Tapeçaria: o trabalho do presente e do futuro.


Hoje vendo TV, mais precisamente a reportagem do Jornal Nacional no ar: Disciplina dá a escola de Goiás nível de países desenvolvidos, lembrei mais uma vez do que Dona Orídia dizia e poderia dizer sobre isso. –“Vou aprender a fazer tapetes. A profissão do futuro é tapeceiro/a.”

Observando o contexto das duas escolas e da maioria das escolas de Goiás, sejam elas municipais ou estaduais, percebemos nitidamente que elas não possuem um grande diferencial que possa distanciar uma de outra em se tratando do resultado final de cada educando e do objetivo precípuo da educação que é ensinar e ensinar bem. No aspecto físico quase todas são iguais (falta praticamente tudo), no humano lembramos bem, a formação é essencial; se o profissional da educação passou por uma boa formação, já estamos com meio caminho andado e essa é uma ferramenta importantíssima, mas que na maioria das vezes não é considerada. Encontramos alguns profissionais preocupados com o ensino, com o caráter pedagógico da educação, mas não são muitos.

A Grande Marca que separa escola A da escola B, conhecendo os duas realidades, acredito que dona Orídia responderia muito bem: haja tapetes!


Durma-se com uma coceira dessa.

Com mil carrapatos!
Durma-se com uma coceira dessa.

Em áreas rurais e até mesmo urbanas, locais onde podemos encontrar animais, os carrapatos fazem parte do cotidiano. Não são bichinhos bons, da natureza, do bem... O mínimo que esses animaizinhos podem provocar é uma imensa coceira e até mesmo a febre maculosa. O pior é que eles estão por toda parte, “nas motos, nas boates, nas praias e para aguentar só mesmo muiito banho e sabão” é o que orientaria dona Orídia.
No trabalho as sanguessugas estão a postos e preparadas, em qualquer descuido do hospedeiro, entram e se alojam, nesse caso a espuma indicada por dona Orídia se torna ineficaz.
Na política, há na política! Os parasitas já chegam ensaboados e envoltos a tanta espuma que alguns viventes ou a maioria não conseguem enxergar em que parte os carrapatos estão instalados, ai eles se esbaldam principalmente na saúde e educação, no último caso se alimentam tanto que a prefeitura da capital passa a ser o alvo.
E dona Orídia replica: Durma-se com uma coceira dessa.  

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Tapeçaria: o trabalho do presente e do futuro.

Tapeçaria: o trabalho do presente e do futuro.


Hoje vendo TV, mais precisamente a reportagem do Jornal Nacional no ar: Disciplina dá a escola de Goiás nível de países desenvolvidos, lembrei mais uma vez do que Dona Orídia dizia e poderia dizer sobre isso. –“Vou aprender a fazer tapetes. A profissão do futuro é tapeceiro/a.”

Observando o contexto das duas escolas e da maioria das escolas de Goiás, sejam elas municipais ou estaduais, percebemos nitidamente que elas não possuem um grande diferencial que possa distanciar uma de outra em se tratando do resultado final de cada educando e do objetivo precípuo da educação que é ensinar e ensinar bem. No aspecto físico quase todas são iguais (falta praticamente tudo), no humano lembramos bem, a formação é essencial; se o profissional da educação passou por uma boa formação, já estamos com meio caminho andado e essa é uma ferramenta importantíssima, mas que na maioria das vezes não é considerada. Encontramos alguns profissionais preocupados com o ensino, com o caráter pedagógico da educação, mas não são muitos.

A Grande Marca que separa escola A da escola B, conhecendo os duas realidades, acredito que dona Orídia responderia muito bem: haja tapetes!


quinta-feira, 19 de maio de 2011

E foi assim,


E sempre foi assim, dona Orídia mata a cobra, não manda matar. 
Dona Orídia uma senhorinha franzina, aparentemente fraca, mas decidida em suas ações. Sempre tinha uma opinião sobre qualquer assunto, na maioria das vezes esdrúxulas, mas se você prestasse bastante atenção encontraria um fundo educativo em seus comentários. Um exemplo clássico de seus aforismos era sobre o Rio Araguaia, sempre dizia em tom de afirmada condenação: - Odeio o Rio Araguaia!
Assim dona Orídia participou do meu mundo por mais de 43 anos.