Tapeçaria: o trabalho do presente e do futuro.
Hoje vendo TV, mais precisamente a reportagem do Jornal Nacional no ar: Disciplina dá a escola de Goiás nível de países desenvolvidos, lembrei mais uma vez do que Dona Orídia dizia e poderia dizer sobre isso. –“Vou aprender a fazer tapetes. A profissão do futuro é tapeceiro/a.”
Observando o contexto das duas escolas e da maioria das escolas de Goiás, sejam elas municipais ou estaduais, percebemos nitidamente que elas não possuem um grande diferencial que possa distanciar uma de outra em se tratando do resultado final de cada educando e do objetivo precípuo da educação que é ensinar e ensinar bem. No aspecto físico quase todas são iguais (falta praticamente tudo), no humano lembramos bem, a formação é essencial; se o profissional da educação passou por uma boa formação, já estamos com meio caminho andado e essa é uma ferramenta importantíssima, mas que na maioria das vezes não é considerada. Encontramos alguns profissionais preocupados com o ensino, com o caráter pedagógico da educação, mas não são muitos.
A Grande Marca que separa escola A da escola B, conhecendo os duas realidades, acredito que dona Orídia responderia muito bem: haja tapetes!
É um método antigo mas muito usado principalmente na gestão atual esconder a sujeira por debaixo do tapete.
ResponderExcluirSó tem um problema, vocês já viram o aterro sanitário?